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como escolher café em pó? filtramos as principais informações:

cheiro de café favorito: o guia para escolher café em pó

aquecer a água, preparar o filtro, colocar o café em pó, depositar a água em movimentos circulares e, finalmente, sentir o aroma de café passado ativar seus sentidos. 

pronto, seu dia já pode começar. esse é o poder de um bom café.

se as opções no mercado são tantas que você não sabe qual escolher, e cansou de comprar cafés ruins: calma, temos a solução!

passamos o filtro em todas as informações sobre café em pó e aqui está o super guia descomplicado para unir seu paladar e o café que mais combina com você.

 

comece o dia com informação quentinha: o que impacta o sabor de um café?

acidez, sabor residual, corpo, aroma e amargor são as principais características do café.

a acidez é capaz de equilibrar (ou não) o sabor percebido do café, e está diretamente ligada aos fatores envolvidos no processo de produção do grão, do solo até a moagem. a falta de acidez produz cafés sem sabor, e acidez demasiada torna o líquido intragável.

como escolher café em pó? filtramos as principais informações:

o sabor residual é aquele que permanece na boca, e um bom café, geralmente, deixa na boca um sabor que lembra chocolate. quando o sabor residual lembra resina ou queimado, é sinônimo de um café proveniente de um grão de baixa qualidade.

o corpo do café é o resultado dos óleos naturais encontrados no grão, e costuma ser classificado entre delicado, leve e encorpado. essa característica está diretamente relacionada ao processo de torra: torra média ou escura resulta em cafés mais encorpados, e a torra clara produz cafés mais leves.

o aroma do café depende de muitos fatores, com destaque para a torra. o café em pó tende a oxidar, por isso a embalagem e armazenamento são tão importantes para manter a qualidade, principalmente quando se fala do aroma.

por último, temos o amargor. ele também depende de diversos fatores, sendo a torra uma etapa determinante. na intensidade correta, o amargor traz mais uma dimensão ao sabor do café. contudo, quando ele é percebido de forma extrema, impedindo que outras características do sabor sejam notadas, é sinal de que o grão passou por uma torra exagerada. 

 

100% arábica ou robusta: não passe mais tempo sem saber o que isso significa 

o “café commodity” é aquele proveniente de matérias-primas produzidas em grande escala. geralmente, são os cafés em pó que carregam o termo “tradicional” na embalagem e possuem poucas diferenças de um lote para outro.

já os cafés especiais são aqueles que possuem variados perfis sensoriais e quase sempre são vendidos em embalagens menores, de 250g.

quando se fala em espécies de café, arábica e canephora são as duas espécies mais conhecidas, e o arábica é responsável por mais de 60% do café comercializado no mercado mundial.

o grão robusta, variedade mais conhecida da espécie canephora, é conhecido por ser mais resistente do que o arábica, diminuindo custos de produção. ele costuma ser mesclado com grãos arábica para aumentar rendimento em alguns cafés em pó – mistura encontrada, geralmente, nos café tradicionais. 

você está se perguntando se o café 100% arábica tem mais qualidade do que um café tradicional? sim, pode-se fazer essa suposição. mas lembre-se: nem todo café 100% arábica é bom.

lembrando que em embalagens de café 100% arábica você pode encontrar a expressão “blend”. isso significa que grãos arábica com características capazes de se complementar foram misturados, e não indica menor qualidade.

tomou nota? no próximo tópico você aprende a filtrar ainda mais as opções disponíveis na prateleira.

 

como escolher entre café mogiana, sul de minas, cerrado mineiro, chapada diamantina... 

as variedades de café que surgem a partir das espécies citadas no tópico anterior têm características que dependem da região onde são cultivados. 

é por isso que você vê nos rótulos nomes como mogiana, sul de minas, cerrado mineiro, chapada diamantina... isso indica a região onde o café foi produzido, e cada uma delas tem suas peculiaridades.

por exemplo, o café produzido na divisa entre são paulo e minas gerais leva no rótulo o termo “mogiana”. é um café com aroma marcante e frutado, que lembra notas de chocolate e nozes. é possível descrever que o café mogiana é cremoso e aveludado, cujo sabor lembra a doçura de caramelo e chocolate amargo.

como escolher café em pó? filtramos as principais informações:

o café cultivado no cerrado mineiro é descrito como aromático, de sabor adocicado que lembra de caramelo a nozes, persistente sabor achocolatado e acidez levemente cítrica.

a chapada diamantina é referência internacional de qualidade quando se trata de café, sendo a opção ideal para quem busca saborear um café encorpado e aveludado, de perfil adocicado, notas de nozes, chocolate e final prolongado.

tenha em mente que o perfil sensorial varia de pessoa para pessoa, e que cafés especiais ou gourmet não serão amargos em excesso, nem produzirão aquele líquido extremamente escuro. sua tonalidade fica mais para o marrom, o que não os torna “chafé”.

se você já toma café sem açúcar, os cafés especiais vão ser ainda mais apreciados. se você acha impossível tomar café sem açúcar, escolha um café especial ou gourmet e veja sua vida mudar – e a saúde agradecer.

 

clara, média ou escura: como a torra afeta seu café de todo dia?

a torra clara conserva óleos aromáticos, acentua a acidez e produz cafés menos encorpados. esse tipo de torra, geralmente, é ideal para o café das máquinas de expresso.

a torra média é o que se chama de “o melhor dos mundos”, pois busca o equilíbrio entre acidez, aroma e amargor. é a torra mais indicada para quem costuma passar café com filtro de papel ou pano. 

cafés mais amargos são resultantes da torra escura, que precisa de muita supervisão para não passar do ponto, já que a torra exagerada pode eliminar as características e nutrientes do grão. 

um café passado bem escuro, de sabor amargo (que precisa ser amenizado com muito açúcar) e desprovido de qualquer diferencial no paladar pode ser resultado da torra exagerada.

também é importante saber que quanto mais escura a torra, menos cafeína o café possui. ou seja, não adianta tomar café “extra forte” e achar que ele vai deixar você ligado(a) e com energia para marcar “feito” em todas as tarefas do dia.

 

no final do dia, o sabor do café tem a ver só com o café? 

não necessariamente. o processo de passar o café também influencia na percepção de aroma e sabor. o mesmo café em pó terá resultados diferentes quando preparado no filtro, na prensa francesa, na cafeteira italiana ou na cafeteira elétrica.

por hora, vamos focar no processo que utiliza filtro de papel ou pano.

  1. preste atenção na temperatura da água. se ela ferver, espere 1 minuto antes de passar o café. isso evita que o café seja coado muito rápido e resulte em um café amargo, sem nuances de sabor e aroma
  2. escalde o filtro antes do uso. a água quente vai evitar que o papel ou os resíduos de pó no filtro de pano causem interferência no sabor
  3. use um pó de café armazenado corretamente. um café que ficou em contato direto com a luz ou que foi armazenado aberto na geladeira não terá o melhor sabor
  4. está pronto o seu líquido precioso, capaz de prover estímulo para mais um dia de trabalho ou estudo.

como escolher café em pó? filtramos as principais informações:

 

lembrete: café em pó deve ser armazenado, preferencialmente, na embalagem original, bem vedado e sem contato direto com a luz.

não armazene o café em pó na geladeira, exceto se isso estiver indicado no rótulo.

 

agora você já sabe que as prateleiras de mercado podem conter ótimos cafés em pó, basta tirar uns minutos para ler os rótulos e entender qual combina com o seu gosto. você vai encontrar várias opções classificadas como “100% arábica”, e agora já sabe que isso é sinônimo de maior qualidade, mas não é certeza de um café que vai agradar seu paladar.

fuja do café “forte” ou “extraforte”, pois a nomenclatura indica um café extremamente amargo, muito provavelmente derivado de grãos com torra exagerada.

 

e depois dessa história toda, já sabe né?

hora de passar um bom café e ler sobre outra coisa que também nos mantém acordados: smart speakers e casas inteligentes.

 

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